Famoso por suas esculturas e instalações de grandes proporções que utilizam materiais
elementares, tais como luz, água e temperatura, o dinamarquês/islandês OlafurEliasson é bem conhecido do público brasileiro.
Eliasson é
um dos artistas mais requisitados do momento e ele mesmo afirma que só tem
aceitado 5% dos convites que recebe.
Para nossa sorte, ele tem exposto com
certa regularidade no Brasil. Entre outras, já participou da Bienal de São
Paulo, expos na Pinacoteca do Estado e em Minas Gerais no Museu de Arte Moderna
de Inhotim.
Sempre
provocativo e instigante, Elíasson representou a Dinamarca na 50ª Bienal de
Veneza em 2003 e no mesmo ano instalou o Projeto Tempo na Turbine Hall da Tate
Modern , em Londres.
Com uma
série de projetos em espaços públicos – entre eles o Rio Verde em várias
cidades, a Serpentine Gallery Pavilion em Londres, um pavilhão temporário
concebido com o arquiteto norueguês Kjetil Thorsen e o The New York City
Waterfalls – Eliasson começou a fazer arte no final dos aos 80 quando ainda era
estudante da Academia Real of Arts de Copenhagen.
Tão
interessante quanto a obra de Eliasson é a parte teórica de sua obra. No perfil
de seu Studio no Facebook ele postou um texto fantástico sobre o tempo, espaço
e a estática em sua obra.
O texto se
encontra neste link e vale a pena ser lido: